domenica 2 novembre 2014

Autoconstrução Magnetic-Loop antena para HF

Parte 01


Bom, após a construção da OSJ para V e UHF, estava faltando (apesar de eu ainda não ter nenhum equipamento de HF (0:30 MHz) uma antena para as gamas de frequência inferior.

Devido ao meu espaço limitado, pelo fato de estar morando em um apartamento e dispondo somente de uma pequena varanda ao 4º andar de um prédio de 12 andares, não tive muitas opções de escolha.

Apesar disso, após ter lido muitas matérias e artigos sobre as assim chamadas em Inglês "Small Transmiitting Magnetic Loop Antenna" e ficando muito bem impressionado pelos resultados obtidos com esse tipo de sistema radiante, resolvi construir uma dessas antenas de compromisso entre o tamanho e a atuação.

A construção do meu sistema radiante, foi executada com materiais de baixo custo como PVC de tipo hidráulico, tubo de aluminio para sistema de ar condicionado etcetera.
A parte mais cara foi o capacitor variável de alta tensão de 19 - 155 pF, comprado pelo Ebay de um vendedor dos E.U.A. por cerca de 36 R$.

Para o calculo do tamanho do loop principal e daquele de acoplamento e para obter alguns dos parâmetros mais importantes desse tipo de radiador, utilizei o aplicativo loop-calculator.xlsx do radioamador finlandês, OH7SV.

Segue resultado do calculo da minha loop, com as dimensões utilizadas no meu projeto:

 PY1ZRJ loop.calculator.xlsx resultado:




Magnetic Loop foto 1:


Magnetic Loop foto 2:


Magnetic Loop foto 3 detalhe do capacitor variável 3KV 19-155pF:


Magnetic Loop, vídeo mostrando o movimento do condensador variável:

video



martedì 21 ottobre 2014

Autoconstrução de uma Antena OSJ dual band para 2m e 70cm

Após conseguir meu indicativo de estação de radioamador brasileiro: PY1ZRJ, e ter adquirido um HT Baofeng UV5-R, iniciei à pesquisar na Internet sobre uma possível antena dual bandas (145 e 435 MHz) para tentar de construi-la em casa com materiais de fácil disponibilidade e sobretudo sem precisar de gastar "uma fortuna".

Realizei primeiro como simples teste, um antena dipolo meia onda, cortado para as duas gamas de frequência 145 e 435 MHz e alimentado com um único cabo coaxial RG58:


Os resultados foram encorajadores, sobretudo em comparação ao desempenho da antena original do Baofeng de borracha que vem junto com o aparelho, porém queria achar algo melhor e com maior ganho.

Foi assim que após várias leituras, decidi construir a OSJ (Open Stub J) antena cuja segue o projeto original com as dimensões em metros:


Na verdade, a minha OSJ utiliza um tubo de alumínio de menor seção e menor rigidez do recomendado pois utilizei o cano de alumínio usado para realizar o encanamento de sistemas de refrigeração e de ar condicionado adquirido por 26 Reais (pedaço de 5 metros de comprimento).

Detalhe do tubo de alumínio (3,8" X 0.80 mm):


Detalhe da base da antena com o conector SO-239 isolado:



Realizei a antena sem possuir sequer a ferramenta mínima indispensável mas apesar disso, a mesma funcionou na primeira tentativa. Fui até um colega somente para ajustar o R.O.E. para o mínimo valor possível na gama de 145 MHz; o R.O.E. da gama de 435 MHz não foi testado pela falta do instrumento idôneo, mas por sinal, visto como se comportou a antena em 2 metros, acredito que deve já estar dentro dos valores de R.O.E. previstos.

A OSJ antena foi instalada na varanda da minha casa ao 4º andar e logo se demonstrou muito boa, me permitindo de armar repetidoras bem longe da minha posição como a 146.890 MHz do Maciço da Mendanha e a 147.120 MHz do Pico do Couto em Petrópolis. Também em testes locais com estações de radioamador em frequência "simplex", foram positivos e recebi bons reportes de sinal e modulação. A única coisa que me deixou um pouco decepcionado foi ter piorado muito a recepção e o alcance de uma estação de radioamador muito próxima da minha instalação que resulta praticamente coberta pelo prédio de 12 andares aonde moro, como se a OSJ tivesse um diagrama de irradiação semi-direcional para algumas direções em particular.

Detalhe da antena instalada na varanda:

























mercoledì 9 aprile 2014

Policy and Charging Rules Function (PCRF) and how it reflects on mobile subscribers.

Policy and Charging Rules Function (PCRF) is the software node designated in real-time to determine policy rules in a multimedia network.[1] 

As a policy tool, the PCRF plays a central role in next-generation networks.[2] 
Unlike earlier policy engines that were added onto an existing network to enforce policy, the PCRF is a software component that operates at the network core and accesses subscriber databases and other specialized functions, such as a charging system, in a centralized manner.[3] 

Because it operates in real time, the PCRF has an increased strategic significance and broader potential role than traditional policy engines. This has led to a proliferation of PCRF products since 2008.[4] 

Mobile carriers need PCRF to dictate the rules their subscribers must follow when using the network. These rules could include data allowance, mobility and roaming to name but a few. The Policing and Charging function has been defined both for 3G and Long Term Evolution (LTE) scenarios by the 3rd Generation Partnership Project (3GPP) , and is typically done by a dedicated system with access to subscriber information databases, charging systems and mobile gateways. 

The PCRF is the part of the network architecture that aggregates information to and from the network, operational support systems, and other sources (such as portals) in real time, supporting the creation of rules and then automatically making policy decisions for each subscriber active on the network. Such a network might offer multiple services, quality of service (QoS) levels, and charging rules.[5]

PCRF can provide a network agnostic solution (wire line and wireless) and can also enable multi-dimensional approach which helps in creating a lucrative and innovative platform for operators.[6]

PCRF can also be integrated with different platforms like billing, rating, charging, and subscriber database or can also be deployed as a standalone entity.[6] 

With this software component, mobile carriers have a real-time control on their subscribers as for example they can regulate the maximum permitted speed for data transmission of every registered mobile equipment.

I am facing a clear example of PCRF data speed limitation by my mobile carrier Tim Brazil, in fact my subscribed LTE (4G) line is being forcibly limited to work at a speed of 0.3Mbps in download and upload, whereas it could reach a medium rate of 20 Mbps or beyond, we know that theoretically 4G is capable of the following data speeds:

Peak download: 100 Mbps; Peak upload: 50 Mbps 

In the image below, the result obtained on April 9th 2014 from my mobile equipment, a Nokia Lumia 920: